Netflix - Abril 1.2020

by - março 31, 2020


               
Para mudar um pouco de ares sem sair de casa, vamos com fotos de viagens passadas, outras paisagens, um pouco de mundo dentro de nossas residências. Para uns, esse recolhimento já foi alongado e do lado de cá, no desgoverno, aguardamos novas resoluções. Tempos estranhos, mas que demandam uma mudança de perspectiva, novos pontos de vista mesmo sobre nossas vidas, desejos e objetivos. Por enquanto, fiquemos com o Las Coloradas, México, em 2017.

Eu, Daniel Blake (2016)
  Dirigido por Ken Loach, esse filme de 2016 mostra uma realidade aproximada de, pelo menos, uns cinquenta anos. Um drama social em que nosso protagonista se vê entre uma cadeia de burocracias impossíveis de atender e, por isso, passa a fazer parte de estatísticas arrasadoras. Crítico e sensível, esse filme é impressionante. E lindo. Levou a Palma de Ouro. A crítica tá aqui.
               
Comedians in cars getting coffee (2012)
                Criado e apresentado por Jerry Seinfeld, esta série é uma delícia. Confesso que as primeiras temporadas são mais legais, mas é interessante acompanhar as conversas com os comediantes. É literalmente isso: Seinfeld pega um artista destes em casa, em um carro diferente por vez e leva para tomar café. Como uma pessoa adoradora de café, é um deleite ver imagens maravilhosas de café e sempre quero tomar mais. Mas, é claro que a série vai além e as conversas sobre comédia, sobre o trabalho e sobre a vida costumam ser bem legais. Leve, para distrair. Os episódios são super curtos e a produção é profícua – 11 temporadas e dá pra ver fora de ordem.
                
Jackie (2016)
Jackie é um drama que trata dos momentos posteriores à morte de John F. Kennedy, então presidente dos Estados Unidos em 1963. Jackie, sua esposa, estava no carro com ele, no momento do crime e viveu um trauma de grande escala, se tornando em um instante, a primeira dama-viúva do país. Tendo que lidar com a mídia e governo, família e amigos, não podemos nem imaginar o que ela passou, mas este filme propõe um bom retrato. Com a já esperada impressionante atuação de Natalie Portman, o filme carrega o tempo da recomposição dessa mulher, antes coadjuvante e depois, protagonista de sua família. 

Você também pode gostar

0 Comentários